
Um complexo desportivo não trata apenas da prática de exercicio dísico.
Trata de sentimentos como união, diversão, competição e lazer.
Na interpretação do program, percebemos que um espaço como este teria que possuir algo mais do que recintos desportivos. Teria que dar a possibilidade aos seus utilizadores de poderem não só assistir a jogos, mas também de conviverem, de se juntarem, ou de desenvolverem atividades em grupo.

É neste sentido que surge a “rua central”, associada aoas compas de futebol, promovendo a existência de espaços dinâmicos, fluidos, que criam zonas de permanência ou de passagem, e culminando com uma zona central, de apoio, onde se propõe a existência de uma caferaria, de um armazém/administração e de uns balnéarios.

A arquitetura aqui sugerida acompanha as nossas intenções e materializa as ideias referidas através das suas formas sinuosas, numa analogia entre o desporto, o movimento, a aceleração e a permanência.
